Efeitos de fitoterápicos para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica: uma revisão integrativa
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Palabras clave

Hipertensão Arterial Sistêmica
Fitoterapia
Plantas Medicinais

Cómo citar

Camargo, V. B., de Souza, B. P., Pedro, C. Z., Hadad, P. J., Ribeiro, M. de L., e Veneziano, S. G., & da Silva, R. G. (2023). Efeitos de fitoterápicos para o tratamento da hipertensão arterial sistêmica: uma revisão integrativa. CERES – Health & Education Medical Journal, 1(3), 129–149. https://doi.org/10.62234/ceresv1n3-002

Resumen

Introdução: A hipertensão arterial sistêmica é uma doença crônica que gera alterações metabólicas e fisiológicas no organismo humano. O tratamento pode ser por meio de medicamentos alopáticos e estudos recentes tem demonstrado a possibilidade do uso de fitoterápicos, a partir de plantas medicinais com princípio anti-hipertensivo. Objetivo: Analisar as evidências disponíveis na literatura sobre fitoterápicos com efeito anti-hipertensivo. Métodos: Estudo de revisão integrativa, onde foram utilizadas as bases de dados LILACS, PubMed e Scielo, considerando os seguintes termos “hypertension” e “phytotherapy”.  Resultados: No total 187 estudos foram identificados e 17 estudos foram incluídos. Os estudos abordaram em sua maioria mais de um fitoterápico, entre eles predominou-se o alho, gengibre, moringa e hibisco. O Allium sativum foi a planta medicinal mais citada, por apresentar efeitos cardiovasculares, anti-hipertensivo e também usado para aterosclerose. A Moringa oleífera e o Zenziber officinale, demonstraram ação no eixo renina-angiotensina-aldosterona, atuando como inibidor da Enzima Conversora de Angiotensina I. Conclusão: As plantas medicinais apresentaram potencial efeito anti-hipertensivo, e estes resultados foram predominantes em estudos in vitro e in vivo. Pelo número inferior de estudos em seres humanos, faz-se necessários novos estudos com a população alto. Nesse aspecto, embora seja potencialmente reconhecido os efeitos anti-hipertensivo das plantas medicinais, muitas espécies deverão submeter-se a estudos direcionados para avaliação da dose segura e eficaz corroborando com melhor evidência clínica em humanos.

https://doi.org/10.62234/ceresv1n3-002
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