Impactos nas cognições e emoções em pacientes após diagnóstico de câncer de mama: uma revisão de literatura integrativa
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Palabras clave

Câncer de Mama
Cognição
Emoções
Diagnóstico

Cómo citar

Cardoso, M. G. D., de Paula Neto, G. C., Zanchetta, M. A., Rego, G. L. K., Faria, T. V., & Dumbra, G. A. C. (2023). Impactos nas cognições e emoções em pacientes após diagnóstico de câncer de mama: uma revisão de literatura integrativa. CERES – Health & Education Medical Journal, 1(2), 89–96. https://doi.org/10.62234/ceresv1n2-003

Resumen

Introdução: O câncer de mama é uma doença que desde o diagnóstico promove modificações nos aspectos físicos, sociais, emocionais e espirituais no paciente. Estas modificações podem estar associadas a sintomas secundários que direta ou indiretamente afetam a cognição destes pacientes. Objetivo: Explorar na literatura as cognições e emoções vivenciadas pelos pacientes de câncer de mama no diagnóstico. Métodos: Estudo de revisão integrativa da literatura realizada. As bases de dados selecionadas para o estudo foram PubMed/Medline e BVS. Os termos "Cognition", "Emotions” e "Breast Neoplasms foram considerados como vocabulário controlado e usados na elaboração da estratégia de busca. Resultados: Um total de 8 estudos foram incluídos. A presença de 1 ou mais sintomas fisiológicos e psicológicos que interferem nas cognições dos pacientes com câncer de mama foram identificados, e foi demonstrado uma influência biopsicossocial (n=7). Sintomas como ansiedade, depressão, qualidade do sono, sintomas de fadiga, efeitos combinados da função cognitiva e do apoio social, foram apresentados como sintomas secundários em 3 estudos. O tratamento antineoplásico foi associado a prejuízos na cognição geral, bem como alterações cerebrais estruturais e funcionais (n=1). Conclusão: Impactos nas cognições e emoções após o diagnóstico tem como consequência na maioria dos casos sintomas secundários que influenciam na qualidade do tratamento. Pensamentos positivos e padrões comportamentais mais saudáveis tendem a melhorar a qualidade de vida dos pacientes em seus aspectos biopsicossociais, assim como o apoio familiar.

https://doi.org/10.62234/ceresv1n2-003
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